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A LEI QUE LIBERTA: Tomás de Aquino e Inácio de Loyola contra a tese de que ninguém é obrigado a nada: 3 (A RESPOSTA É UMA MEDIDA: Três estudos sobre a ... providência, na consequência e na obrigação) - Softcover

Buch 3 von 3: A RESPOSTA É UMA MEDIDA: Três estudos sobre a proporção na providência, na consequência e na obrigação

Eberhardt, Matthias

 
9798173414038: A LEI QUE LIBERTA: Tomás de Aquino e Inácio de Loyola contra a tese de que ninguém é obrigado a nada: 3 (A RESPOSTA É UMA MEDIDA: Três estudos sobre a ... providência, na consequência e na obrigação)

Inhaltsangabe

"Ninguém é obrigado a nada."A frase é dita todos os dias, quase sempre por alguém que se sente pressionado a fazer o que não quer. E ela tem um lado inteiramente correto: nenhuma vontade humana possui título ilimitado para converter aquilo que quer naquilo que eu devo.O passo seguinte é que não se sustenta.Este livro mostra que a proposição depende de uma premissa que quem a usa jamais enuncia — a de que toda obrigação precisa de um autor, de que algo só me obriga porque alguma vontade me obrigou. Retirada essa premissa, a crítica da autoridade deixa de produzir a dissolução do dever, e as duas operações, que a frase mistura, aparecem como o que são: coisas distintas.Em dez capítulos, construídos inteiramente sobre Tomás de Aquino e Inácio de Loyola, a obra sustenta quatro resultados independentes entre si. Coação e obrigação são relações logicamente distintas, e a prova é a exibição das quatro combinações possíveis. Nenhuma vontade confere força obrigante sem já a supor, sob pena de regresso. A negação universal da obrigação instancia, no próprio ato de ser feita, aquilo que nega. E reconhecer um dever não é abdicar do juízo, mas exercê-lo.A segunda parte refaz o percurso pelo Novo Testamento — a lei escrita no coração de quem não recebeu a lei, a liberdade que manda servir, a lei da liberdade, a medida fixada pelo dom e não pelo pacto, e o juízo aplicado a quem nunca foi notificado.Nenhuma objeção aparece em versão enfraquecida. Suárez, Anscombe, Wolff, Darwall, Raz, Kant e as controvérsias exegéticas sobre Romanos 2 e Mateus 25 são enunciados na forma mais forte que os seus autores lhes deram, e cada capítulo declara a condição sob a qual seria derrotado.Para quem lê filosofia moral, teologia, direito — e para quem apenas quer recusar uma imposição ilegítima sem ter de negar que exista qualquer dever.

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